Dados são do Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti realizado em 76 municípios do estado.
Seis municípios sul-mato-grossenses formam um grupo de alto risco de infestação do mosquito Aedes aegypti. De acordo com divulgação da Secretaria de Estado de Saúde (SES), os primeiros dados do Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), que mapeia os focos do mosquito apontam para esse resultado, englobando os municípios de Cassilândia, Corumbá, Ladário, Ribas do Rio Pardo, Rio Negro e Terenos.
Os índices gerados pelo levantamento incluem o percentual de imóveis com presença do mosquito, o percentual de depósitos com larvas e o tipo de recipiente predominante na proliferação do vetor. Essas informações possibilitam a delimitação das áreas de risco e a adoção de medidas mais assertivas para o combate ao mosquito.
O levantamento foi feito em 76 dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul, e do total analisado, 34 cidades estão na classificação de médio risco, com destaque para Chapadão do Sul, Maracaju, Ponta Porã e Três Lagoas.
Atenção
Todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis à doença, porém as pessoas mais velhas e aquelas que possuem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, têm maior risco de evoluir para casos graves e outras complicações que podem levar à morte.
Sintomas
Nem sempre a infecção apresenta sintomas. O indivíduo pode ter uma dengue assintomática ou ter um quadro leve, mas é preciso estar atento se a pessoa tiver febre alta (39ºC a 40ºC), de início repentino, acompanhada por pelo menos outros dois sintomas: Dor de cabeça intensa, dor atrás dos olhos, dores musculares e articulares, náusea e vômito e manchas vermelhas no corpo.
O Ministério da Saúde alerta que é importante procurar um serviço de saúde para diagnóstico e tratamento adequados ao apresentar possíveis sintomas de dengue.